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Model: Testes para agua de aquario: Dureza Total GH e Amonia Toxica
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Combo de Testes para Água de Aquário: Amônia e Dureza Total GH Água Doce Alcon Labcon
Código: 538403

Combo de Testes para Água de Aquário: Amônia e Dureza Total GH Água Doce Alcon Labcon

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Marca: Alcon Modelo: Testes para agua de aquario: Dureza Total GH e Amonia Toxica Disponibilidade: Imediata Referência: 14045


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Kit de Testes para água de Aquário
Labcon Test Dureza Total GH
Labcon Test Amônia Tóxica Água Doce

 

Teste que quantifica a dureza total

A concentração de íons metálicos, principalmente Cálcio (Ca+) e Magnésio (Mg+), confere à água o que se convencionou chamar de Dureza da Água ou Dureza Total. Outros íons metálicos como ferro, alumínio, manganês e zinco também podem influenciar os valores de Dureza, mas normalmente ocorrem em concentrações insignificantes. Como a maioria dos íons Ca+ e Mg+ encontram-se na forma de sais de carbonatos (CO3--) e bicarbonatos (HCO3), com freqüência os valores da Dureza se equiparam aos valores de Alcalinidade (Dureza em Carbonatos). 

Em águas onde a Dureza Total supera a Alcalinidade, parte dos íons Ca+ e Mg+ encontram-se associados a sulfatos, nitratos, cloretos e silicatos. Por outro lado, em situações de alta Alcalinidade e baixa Dureza Total, parte dos carbonatos e bicarbonatos está associada aos íons Na+ e K+ ao invés de Ca+ e Mg+. A Dureza da água é expressa em equivalentes de CaCO3 (mg / litro ou ppm) ou em Grau Alemão (ºdH). 

Os peixes ornamentais são, em geral, tolerantes a diferentes valores de Dureza da água, especialmente quando criados em cativeiro. Algumas espécies, no entanto, não se reproduzem quando a água do aquário apresenta Dureza diferente da encontrada em seu habitat natural. Deve-se consultar a literatura para conhecer as necessidades das espécies.

 

Labcon Test Amônia Tóxica Água Doce
Teste que quantifica a amônia

Ocorrência da amônia no aquário
Sobras de alimentos, produtos da excreção dos peixes, restos de plantas e peixes mortos são desdobrados em amônia por bactérias heterotróficas, num processo chamado amonificação. Grande parte da amônia também se origina diretamente dos peixes, principalmente excretada pelas brânquias. Na seqüência deste processo a amônia, por ação de dois grupos de bactérias autotróficas nitrificantes, é oxidada primeiramente a nitrito e depois a nitrato.

Este último composto é finalmente consumido como nutriente pelas algas e plantas aquáticas. Em ambientes naturais intactos há um completo equilíbrio entre os organismos e os compostos gerados, fazendo com que este ciclo funcione perfeitamente. Sendo os aquários ambientes limitados, não se tem, de forma natural e espontânea, o equilíbrio desejado.

É preciso interferir e é aí que entram o monitoramento das variáveis relacionadas à qualidade da água, como a amônia, a montagem do aquário com um adequado sistema de filtragem biológica e as rotinas de manutenção, como as sifonagens de fundo e trocas parciais de água.

Influência da amônia sobre os peixes
Níveis elevados de amônia provocam estresse nos peixes, com consequente diminuição da resistência imunológica, danos nas brânquias e destruição das nadadeiras. A amônia interfere na transferência de oxigênio das brânquias para o sangue e, a médio prazo, causa danos às próprias brânquias. As membranas produtoras de muco podem ser destruídas, reduzindo a limosidade de cobertura externa e danificando a superfície intestinal. Peixes sofrendo de envenenamento por amônia geralmente apresentam-se ofegantes, nadando na superfície e com comportamento apático.

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